INSTRUÇÃO, EDUCAÇÃO E CULTURA
Todos nós devemos entender bem as diferenças que existem entre instrução, educação e cultura, para que o Brasil consiga dar um improrrogável salto no caminho da evolução, do crescimento e do desenvolvimento. Na realidade, instrução deveria corresponder à escola, educação ao lar e cultura ao auto aperfeiçoamento de cada um. No entanto, todos os órgãos públicos têm a denominação errônea de educação, embaralhando instrução e educação, assumindo os dois papéis, para satisfação da maioria dos pais, omissos e acomodados, que, na verdade, a expressiva maioria não sabe a diferença entre instrução, educação e cultura. Embora, a escola possa subsidiar e secundar os pais na educação das crianças, adolescentes e jovens. Instrução é aprender as diferentes matérias que fazem parte imprescindível do dia a dia daquele que aspira conquistar o mercado de trabalho, em todos os setores da economia. Educação é aprender os princípios e valores, morais, éticos, respeito, cidadania, civilidade, dignidade, honestidade, como conviver no dia a dia da sociedade, a socialização tão importante para a vida comum, os princípios patrióticos e cívicos... A cultura é a amplitude do conhecimento geral de cada um, da informação que armazena, absorvendo a soma da instrução e da educação. O nosso país precisa demais de instrução, educação e cultura, para que possa aspirar os patamares superiores da evolução, do crescimento e do desenvolvimento. Antes, porém, faz-se necessário a compreensão das diferenças e da importância de cada uma.
“A chuva parece aplauso caído do céu para a natureza que protege o homem, que a destrói. ” Uma criança cega que percebeu a semelhança entre o barulho dos aplausos e o da chuva.
O Rio Tietê, junto com o Rio Pinheiros, foi transformado, pelos seres humanos que vivem na cidade de São Paulo, centro financeiro do Brasil, num rio de esgoto podre, fedido, agredido de todas as formas pelos "racionais", onde não tem vida e ainda afeta a vida de milhões de pessoas que não podem desfrutar de Suas águas transparentes nas nascentes. Ainda assim, no trecho onde restam matas ciliares, o rio dá um jeito de higienizar um pouco a si mesmo. Que vergonha!
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